quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Breve apontamento sobre Olbinski

Me soa talvez muito sensato. Um surrealismo que sabe a causa do "ismo".
Muito lúcido. Muita insônia. Inquieto. Delirante. Ah! se posso repetir, prefiro o sensato.
Talvez aos olhos de quem nada sabe. O que sei eu das coisas? Não sou Fernando Pessoa e nem Sócrates. Mas seria muita pretensão fazer um julgamento de valor sobre algo tão sublime, tão sensitivo. Quiçá um equívoco. Um desvio da rota de colisão. Cada semana em que faço essa escolha, reparo depois de alguns instantes o quanto toda a contextualização das obras estão relacionadas àquilo com que venho pensando, sentindo, observando, vivendo, sonhando, imaginando e todos os outros 'andos' e 'endos' que deixamos no meio do caminho.

O belo está nos olhos de quem vê. O sentido está dentro de quem sente.

3 comentários:

Surpresa disse...

O belo nos olhos de quem vê ou o belo na essencia das coisas que migram até nossos olhos?

Surpresa disse...

O belo nos olhos de quem vê ou o belo na essencia das coisas que migram até nossos olhos?

Guilherme disse...

O belo é o belo e ponto. Não precisa mais pensar.