sexta-feira, 14 de junho de 2013

Fronteiras


Se você realmente deseja viver uma vida rica, preenchida, imensamente vibrante, não há outra maneira, exceto abandonar as fronteiras. A única maneira é estabelecer cada vez mais contato com as pessoas. Permita que mais e mais pessoas invadam o seu ser, permita que mais e mais pessoas entrem em você.

Podemos nos machucar - esse é o medo -, mas é um risco que precisa ser assumido, vale a pena. Se você se proteger por toda a sua vida e ninguém tiver permissão de estar próximo a você, qual é o sentido de estar vivo? Você estará morto antes de morrer. Você absolutamente não viverá. Seria como se você nunca tivesse existido, porque não há outra vida além do convívio. Assim, é preciso correr o risco.

Todos os seres humanos são como você. Essencialmente o coração humano é o mesmo. Portanto, permita que as pessoas se aproximem. Se você permitir, elas permitirão que você se aproxime delas. Quando as fronteiras se sobrepõem, o amor acontece. 

(Osho. 365 meditações diárias. São Paulo: Verus Editora, 2003. p. 308)

Um comentário:

norma disse...

Bom, Flor, um diamante é que lapida um outro. Eventualmente até doloroso temos que permitir o atrito. :)
Boa sorte, Norma